terça-feira, 31 de janeiro de 2012

inte(i)rando: de novo. importante

“O malabarista é aquele que encontra um lugar no tempo.”
Cildo Meireles

domingo, 22 de janeiro de 2012

inte(i)rando: sobre milenares

descobri que coníferas são
árvores dinossauras!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

breve histórico: esboços






gianemf.
esboços de observação
caneta esferográfica sobre papel
10cm X 10cm
2003

compartilhando dos que me acompanham: imagens de lugar onde me fiz lembrar





por mariana b. 7 anos
2012

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

coleta de imagem: nada qualquer





um brinco, que não é qualquer!
(na trégua de chuva)
gianemf.
2012

inte(i)rando: intervenção artística nas ruas: uma fala

" as intervenções em espaço público estão presentes na vida dos homens desde os primórdios, durante a pré-história, quando pintavam bizontes nas cavernas com a intenção de comunicar e capturar os animais. (...) mas, a partir de meados do século XIX, com o advento da modernidade, a arte pública passa a ser discutida enquanto experiência artística, propiciadora de transformações estéticas, sociais e políticas. "

arte pública - diálogo com as comunidades
fernando pedro da silva
trecho p. 35, cap 2

referência artística: insetos, incertos, rumos: maria flávia g. bicalho

fios, emaranhados arredondados, cordões - umbilicais, de rizomas? - traços... objetos de cuidados... desenhos.


maria flavia g. bicalho
(imagens coletadas em divirta-se/uai e galeria copasa, respectivamente)

sábado, 7 de janeiro de 2012

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

inte(i)rando: gentil e habilidoso artesão numa roça de minas gerais








enquanto eu fazia uma caminhada de vida na montanha e no verde, na rua única de um belo distrito de mariana(mg), passei pela casa de um senhor de uns 65, na parte de cima da rua. parei e observei a frente de seu quintal, várias peças de madeira, esculpidas. plantas, e no alto uma oficina aberta. muitos objetos instigantes e uma aparência agradável de casa de ofício. continuei parada, observando. fui me sentindo mais interessada e hipnotizada. chamei. foi aí que vi o senhor de uns 65. perguntei sobre os trabalhos e o trabalhador. ele me convidou a entrar e eu entrei e conheci de dentro seu lugar de produção. o homem, com simpatia falava, explicava, mostrava e se enchia de brilho de empolgação e amor ao seu trabalho e sua capacidade criativa. havia uma miniatura de trem, de ferro, com o trilho. ele não tinha solucionado o movimentar do trem no trilho, ainda. disse que uma empresa com sede na cidade queria o objeto e ele não queria se desfazer dele... haviam muitas peças interessantes e ele falou bastante de tudo. foi muito bom visitar este senhor artesão. gostei de me alimentar de energia de trabalhar e produzir. gostei de receber simplicidade neste campo, também. experiência muito boa.

gianemf.

referência artística: literária: guimarães rosa

Bobagens! No céu e na terra a manhã era espaçosa: alto azul, gláceo, emborcado; só na barra azul do horizonte estacionavam cúmulos, esfiapando sorvete de coco; e a leste subia o sol, crescido, oferecido – uma massa-mel amarelo, com favos brilhantes no meio a mexer.
e
"tênue tecido alaranjado
passando em fundo preto
da noite à luz."

joão guimarães rosa

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

arte na educação: luzes nos olhos das cores as vistas












um pequeno parágrafo para as crianças sobre uma pequena informação sobre o pintor: o pintor ( e a pintora ) trabalha diretamente com as cores e os pigmentos. ele trabalha também com as texturas das tintas e as superfícies. mistura os pigmentos recriando e mudando cores da maneira que o agrade. antigamente, pintava paisagens, retratos e cenas do cotidiano – quando não existia a fotografia o registro disto era do pintor. hoje ele também faz formas abstratas, buscando sempre uma boa composição de cores e as imagens que ele constrói.

escrito poético

olhando para o céu de estrelas nesta noite de brisa, olhando muito e com intensidade, fiz três interessantes observações: primeiro: vi como se, numa piscina de bolinhas, eu observasse todas as bolinhas de dentro da piscina, e não de fora. eu, dentro do espaço - universo. segundo: percebi que nós aqui, com os olhares limitados, ao olharmos para o céu, imaginamos estar diante de um teto. mas, o teto fecha o lugar na parte de cima e nós não estamos embaixo no espaço. fazemos parte dele. estamos tão habituados a este ponto de vista que vemos como um teto o que na verdade é um grande espaço aberto. eu posso algumas vezes, se observar com cuidado, ter um olhar do grande espaço aberto ao invés do topo limitado. terceiro: as estrelas cadentes nos evidenciam o que os olhares não percebem de pronto. elas nos tornam visível o movimento do universo.
gianemf.

inte(i)rando: para entender do valor da alegria